{"id":706,"date":"2021-09-13T11:33:33","date_gmt":"2021-09-13T14:33:33","guid":{"rendered":"https:\/\/bmmlaw.adv.br\/?p=706"},"modified":"2021-09-13T11:33:33","modified_gmt":"2021-09-13T14:33:33","slug":"stf-nega-pedidos-da-uniao-e-aplica-entendimento-sobre-pis-cofins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmmlaw.adv.br\/en\/stf-nega-pedidos-da-uniao-e-aplica-entendimento-sobre-pis-cofins\/","title":{"rendered":"STF nega pedidos da Uni\u00e3o e aplica entendimento sobre PIS\/Cofins"},"content":{"rendered":"<p>A 1\u00aa Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, de uma s\u00f3 vez, 25 recursos da Fazenda Nacional e manteve, por unanimidade, entendimento do ministro Marco Aur\u00e9lio pela aplica\u00e7\u00e3o aos casos da decis\u00e3o que excluiu o ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins. Al\u00e9m de negarem os pedidos (agravos), os ministros estabeleceram multa \u00e0 Uni\u00e3o por considerarem os recursos protelat\u00f3rios \u2013 o equivalente a 5% do valor de cada causa, segundo advogados.<\/p>\n<p>Nas decis\u00f5es monocr\u00e1ticas, al\u00e9m de afastar o sobrestamento dos processos, o ministro Marco Aur\u00e9lio lembrou que o STF j\u00e1 analisou a quest\u00e3o duas vezes. Em outubro de 2014, por maioria de votos, no recurso extraordin\u00e1rio (RE) n\u00ba 240.785\/MG, de relatoria dele, decidiu a favor dos contribuintes. O entendimento foi confirmado pelo Pleno, por meio de repercuss\u00e3o geral, em mar\u00e7o de 2017 (RE n\u00ba 574.706-9\/PR, de relatoria da ministra C\u00e1rmen L\u00facia).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o julgamento, a Fazenda Nacional apresentou embargos de declara\u00e7\u00e3o, com pedido de modula\u00e7\u00e3o para tentar amenizar o rombo bilion\u00e1rio nos cofres p\u00fablicos. O \u00f3rg\u00e3o pede que a decis\u00e3o tenha um prazo para entrar em vigor, que seria janeiro deste ano. O recurso ainda n\u00e3o foi julgado. Por\u00e9m, os pr\u00f3prios ministros t\u00eam aplicado o entendimento aos casos no Supremo.<\/p>\n<p>&#8220;A Fazenda Nacional tem tentado protelar ao m\u00e1ximo o encerramento da quest\u00e3o&#8221;, afirma o advogado F\u00e1bio Martins de Andrade, s\u00f3cio do Andrade Advogados Associados, que acompanha dois dos 25 casos julgados pela 1\u00aa Turma. De acordo com ele, primeira e segunda inst\u00e2ncias e o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) v\u00eam aplicando o precedente e a Uni\u00e3o tem recorrido em todos os casos.<\/p>\n<p>O entendimento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) \u00e9 que todos os processos deveriam estar sobrestados, \u00e0 espera de decis\u00e3o nos embargos. &#8220;N\u00e3o se est\u00e1 querendo rediscutir a mat\u00e9ria&#8221;, diz a coordenadora da atua\u00e7\u00e3o da PGFN no Supremo, procuradora Alexandra Carneiro, acrescentando que h\u00e1 pontos obscuros no ac\u00f3rd\u00e3o que impediriam a aplica\u00e7\u00e3o do precedente.<\/p>\n<p>Para a advogada Adriana Passaro, do ASBZ Advogados, por\u00e9m, o ac\u00f3rd\u00e3o \u00e9 claro. Ela entende que a Fazenda Nacional tenta, por meio de embargos, rediscutir a quest\u00e3o. &#8220;O que n\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel. Tem [o recurso] um car\u00e1ter protelat\u00f3rio&#8221;, afirma a advogada.<\/p>\n<p>Arthur Rosa &#8211; S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 1\u00aa Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, de uma s\u00f3 vez, 25 recursos da Fazenda Nacional e manteve, por unanimidade, entendimento do ministro Marco Aur\u00e9lio pela aplica\u00e7\u00e3o aos casos da decis\u00e3o que excluiu o ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins. 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