{"id":715,"date":"2021-09-13T11:37:28","date_gmt":"2021-09-13T14:37:28","guid":{"rendered":"https:\/\/bmmlaw.adv.br\/?p=715"},"modified":"2021-09-13T11:37:28","modified_gmt":"2021-09-13T14:37:28","slug":"fato-de-constar-nome-em-contrato-social-nao-significa-que-a-pessoa-seja-administrador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bmmlaw.adv.br\/en\/fato-de-constar-nome-em-contrato-social-nao-significa-que-a-pessoa-seja-administrador\/","title":{"rendered":"Fato de constar nome em contrato social n\u00e3o significa que a pessoa seja administrador"},"content":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 3\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o confirmou senten\u00e7a que absolveu duas r\u00e9s da imputa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de delito contra a ordem tribut\u00e1ria, previsto no art. 1\u00ba, I e IV, da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l8137.htm\">Lei 8.137\/91<\/a>, e que julgou extinta a punibilidade contra outro r\u00e9u em raz\u00e3o da ocorr\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o. A relatora do caso foi a desembargadora federal M\u00f4nica Sifuentes.<\/p>\n<p>De acordo com o inqu\u00e9rito policial, as r\u00e9s, em concurso de pessoas, na qualidade de s\u00f3cias propriet\u00e1rias e respons\u00e1veis por toda a gest\u00e3o da atividade empresarial e financeira de algumas empresas do ramo aliment\u00edcio, assim como o r\u00e9u, propriet\u00e1rio da empresa Com\u00e9rcio de Carnes V. Q. O. Ltda., reduziram e deixaram de recolher montante devido a t\u00edtulo de diversos impostos e contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s analisar os autos, o Ju\u00edzo sentenciante concluiu pela absolvi\u00e7\u00e3o das acusadas porque o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), autor da den\u00fancia, n\u00e3o conseguiu provar a participa\u00e7\u00e3o delas na administra\u00e7\u00e3o das citadas empresas do ramo aliment\u00edcio. Inconformado, o \u00f3rg\u00e3o ministerial requer a reforma da senten\u00e7a ao argumento de que as provas constantes dos autos s\u00e3o suficientes para condenar as acusadas.<\/p>\n<p>A relatora discordou do MPF. \u201cAdoto os mesmos fundamentos expendidos pelo Ju\u00edzo de origem para manter a absolvi\u00e7\u00e3o das apeladas porque n\u00e3o existem provas que afirmem, indubitavelmente, a participa\u00e7\u00e3o delas no gerenciamento das empresas Com\u00e9rcio de Carnes C., Com\u00e9rcio de Carnes T. e Com\u00e9rcio de Carnes V. Q. O.\u201d, disse.<\/p>\n<p>A magistrada concluiu ressaltando que \u201ca jurisprud\u00eancia desta Corte tem decidido que o simples fato de constar o nome de uma pessoa no contrato social de uma determinada empresa n\u00e3o significa que ela seja seu administrador\u201d.<\/p>\n<p>Processo n\u00ba: 0023636-83.2012.4.01.3500\/GO<\/p>\n<p>Fonte: Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Fonte: TRF-1\u00aa<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 3\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o confirmou senten\u00e7a que absolveu duas r\u00e9s da imputa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de delito contra a ordem tribut\u00e1ria, previsto no art. 1\u00ba, I e IV, da\u00a0Lei 8.137\/91, e que julgou extinta a punibilidade contra outro r\u00e9u em raz\u00e3o da ocorr\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o. 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